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Mostrando postagens com o rótulo Fenomenologia

7 coisas que você precisa saber sobre felicidade

Felicidade é um tema relevante para qualquer um. Afinal, todos nós ansiamos por algum tipo de felicidade, não é? E você, o que precisa para ser feliz? Se você chegou até aqui, ficou no mínimo intrigado e interessado para saber um pouco mais sobre felicidade. Este artigo não tem a intenção de falar condições para ser uma pessoa feliz, pois não acreditamos que não exista um modelo absoluto de felicidade . Mas é evidente que existe algum tipo de  eixo  que leva a maiores tendências de felicidade . Entretanto este eixo não é algo rígido. Ele permite que as pessoas criem suas próprias formas de felicidade . Então o que é este eixo? O que você precisa saber para ser mais feliz? A seguir contamos algumas  essências,  ou seja, características propensas a serem universais da felicidade. 1 – Felicidade é pessoal Não existe um modelo absoluto de felicidade – assim como exposto anteriormente. Cada pessoa modela sua vida de forma distinta em busca da...

O psicoterapeuta é um cientista?

Essa é uma pergunta controversa dentro da psicologia e da academia. O curso de psicologia engloba o estudo de várias psicologias, pois existem diversas formas de abordar o objeto de estudo da psicologia. Os psicólogos se referem, entre si, a estas diferentes formas de abordar, como orientação teórica ou abordagem psicológica (dentre diversas outras derivações). Toda psicoterapia deve ser embasada em uma abordagem psicológica, pois é assim que o psicoterapeuta orienta a sua prática clínica. Mas afinal, o que é uma abordagem psicológica? Existem várias, o leitor já deve ter ouvido falar de algumas: Psicanálise, Comportamental, Psicodrama, Humanista, Cognitivo-Comportamental, Sistêmica, Existencial, Gestalt-terapia (pela qual me oriento), dentre outras e subcategorias destas. Cada uma dessas vê o homem de uma forma diferente (fundamentação antropológica), portanto, ao delimitar a visão, delimita-se também a forma sobre como abordar o objeto no estudo científico e as interven...

Vamos conversar sobre a psicoterapia infantil?

Para qualquer pessoa que me procura para começar um processo psicoterapêutico eu pergunto se já fez psicoterapia ou análise em algum momento da vida. A resposta mais frequente é “não”, mas não é sobre isso que quero conversar com vocês. Alguns dizem que “sim”, que já haviam buscado na fase adulta. Com a exceção de uma vez, um cliente meu, adolescente, respondeu que já havia feito psicoterapia quando era criança. Nessa oportunidade uma fala dele que me marcou bastante foi: “eu fiz quando criança, mas eu só ficava brincando” complementado por “aí minha mãe acabou me tirando por eu só ficava brincando com a psicóloga”. Só ficava brincando! Pergunto-me o que a mãe dele esperava. Se por algum acaso queria que a psicóloga sentasse adultamente para dialogar e provocar reflexões maduras em uma criança de seis anos. Além disso, o brincar tem papel essencial no desenvolvimento de qualquer criança. Dentre as possibilidades de intervenção na psicoterapia com a criança, o brincar é uma esc...