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Mostrando postagens com o rótulo consciência reflexiva

Pare de negligenciar sua saúde mental | Janeiro Branco

Você já ouviu falar em Janeiro Branco? Não? Tudo bem! A grande maioria das pessoas provavelmente nunca ouviu falar, principalmente por dois motivos: o primeiro é que é uma campanha relativamente nova, e o segundo é o assunto a ser tratado neste texto.  Janeiro Branco é uma campanha que se iniciou em 2014, promovida principalmente por psicólogas e psicólogos. Tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância do cuidado com a saúde mental. A campanha ocorre numa época em que naturalmente as pessoas se voltam para uma reflexão a respeito de como foi o ano anterior, e o que querem do ano que se inicia. Assim, é possível avaliar o que funcionou e o que não funcionou no ano que terminou, e a partir disso projetar as conquistas a serem buscadas daqui em diante. No entanto, o Janeiro Branco tem uma proposta ativa, e não passiva, estimulando que cada um faça por onde para alcançar seus objetivos. Para tal, obviamente, é preciso que cada pessoa se comprometa com s...

7 coisas que você precisa saber sobre felicidade

Felicidade é um tema relevante para qualquer um. Afinal, todos nós ansiamos por algum tipo de felicidade, não é? E você, o que precisa para ser feliz? Se você chegou até aqui, ficou no mínimo intrigado e interessado para saber um pouco mais sobre felicidade. Este artigo não tem a intenção de falar condições para ser uma pessoa feliz, pois não acreditamos que não exista um modelo absoluto de felicidade . Mas é evidente que existe algum tipo de  eixo  que leva a maiores tendências de felicidade . Entretanto este eixo não é algo rígido. Ele permite que as pessoas criem suas próprias formas de felicidade . Então o que é este eixo? O que você precisa saber para ser mais feliz? A seguir contamos algumas  essências,  ou seja, características propensas a serem universais da felicidade. 1 – Felicidade é pessoal Não existe um modelo absoluto de felicidade – assim como exposto anteriormente. Cada pessoa modela sua vida de forma distinta em busca da...

Sofrer é condição para viver

O título sugere que a vida está condicionada ao sofrimento. Deixe-me explicar o que quero dizer com isso. Não é que o sofrimento seja necessário para viver. Não sugiro que para viver devemos levar uma vida em busca do sofrimento. Na verdade falo a favor da ideia que o sofrimento é inevitável para todos. E este sofrimento toma diversas formas e significados. O sofrimento é muito pessoal para cada um. Das formas que o sofrimento toma, podemos denominá-lo com diferentes substantivos: tormento, tristeza, depressão, dor, sufoco, aprisionamento, estagnação, etc. Mas digo novamente, o sofrimento é pessoal, cada um pode relacionar o sofrimento a distintas situações de vida. O sofrimento é pessoal Comecei argumentando que o sofrimento é condição para viver. Mas o que é o viver? O sofrimento é pessoal para cada um, é assim também com o viver. Se o viver for pessoal para cada um, ele não pode ser definido objetivamente (viver é isso e ponto final). Entretanto existe uma essência em...

O que é a biblioterapia e como ela pode promover auto-conhecimento?

A palavra “biblioterapia” tem origem grega, e significa cura ( therapeia ) pelos livros ( biblion ). Livros contam histórias de pessoas, ou, quando não, de personagens que representam pessoas (animais ou objetos personificados), e por isso acabam retratando relações e situações que fazem parte das nossas vidas. Toda leitura implica em interpretação, uma vez que nós assimilamos o texto e damos determinado sentido a ele de acordo com a nossa própria experiência de vida e visão de mundo. Filtramos os aspectos com os quais nos identificamos, e descartamos aqueles que não fazem sentido, que não nos correspondem (Caldin, 2001). A biblioterapia é realizada em grupo e parte de uma leitura dirigida, ou seja, uma determinada obra literária é prescrita em função dos aspectos a serem evocados, de acordo com o contexto onde a intervenção é realizada. A leitura em grupo, acrescida das reflexões posteriores, propicia a compreensão e a expressão de sentimentos por meio de identificação. Ao reconhec...

Os contos de fada na Psicologia

Os contos de fada, histórias transmitidas pela tradição oral, passadas de geração em geração e alteradas ao longo do tempo, contêm diversas representações e simbologismos dos processos psíquicos, e por isso nos fornecem as melhores pistas para compreender os processos que ocorrem na psique coletiva. Ao contrário do que se pensava, hoje já sabemos que os contos de fada são mais antigos do que os mitos, possuindo origem pré-histórica (para ler mais sobre isso, clique aqui ). Marie Louise Von-Franz, discípula de C. G. Jung, fundador da Psicologia Analítica, estudou profundamente este artifício, que hoje também é utilizado como poderoso recurso terapêutico. Contos de fada contam histórias de pessoas, ou, quando não, de personagens que representam pessoas (animais ou objetos personificados), e por isso acabam retratando relações e situações que fazem parte das nossas vidas. Por sua importância na formação da personalidade, os contos vêm sendo utilizados na educação de crianç...